Perguntas sem respostas

Perguntas sem respostas

 

 

Era uma vez…de verdade…

Durante uma tempestade Uttiya, uma asceta, veio visitar Buda.

Ananda, o fiel acompanhante de Buda, ofereceu-lhe uma toalha para que se secasse.

Então Uttiya sentou-se e perguntou:

Monge Gautama, o mundo é eterno ou um dia vai acabar?

Buda respondeu: Asceta Uttiya, não vou responder a essa pergunta.

Uttya então perguntou:

O mundo é finito ou infinito?

Corpo e espírito são um só ou são separados?

Quando você morrer vai continuar a existir ou não?

Buda: “ não vou responder. Só respondo questões que pertencem a práticas que visam ganhar maestria no controle corpo e da mente afim de superar sofrimentos e ansiedades”.

Voltando a nossa vida.

Para que ficamos rodeando perguntas que não visam nos ajudar a superar nossas confusões?

Para que ficamos interessados em histórias que não nos pertencem?

Para que ficamos perdidos em hipóteses catastróficas ou em histórias de Cinderela?

Ao amanhecer vamos nos comprometer com o caminho que leva à serenidade.

Ao amanhecer vamos nos comprometer a evitar fofocas.

Ao amanhecer vamos nos comprometer não gastar nosso precioso tempo inutilmente em intrigas.

Ao amanhecer vamos nos comprometer com a BONDADE, em TODAS as situações, com TODOS os seres, em TODOS os tempos, em TODOS os lugares.