Quem te faz chorar?

Quem te faz chorar?

 

 

Nestas últimas semanas tenho seguido o conselho de Lama Michel e me obrigado a colocar as dificuldades em fila indiana e ir atendo aos poucos: marido, sala de estudos, notebook, filho, filhas, netos, neta, atendimentos, dentes, estudos, saúde, praticas….mas a fila termina e recomeça….porque ainda não estão resolvidas…..kkkk ….

Essas fases fazem parte da história de todos nós: às vezes elas acontecem juntas outras em prestações…mas elas chegam….

Aí toca a relembrar as 2 frases milagrosas:

“Tudo é transitório!”

“Cada dia é um dia mais perto da solução”

Mas..sempre tem um mas…a gente fica vulnerável nessas fases, eu fiquei; sensível, mais frágil.

Se sentir vulnerável é perigoso! Vemos ameaças e fantasmas que não existem, acreditamos em notícias falsas ou deformadas, seguimos pessoas falsas etc… momentos que ficamos distantes da realidade.

E aí mora o perigo!

Um comentário irônico, azedo, deselegante, agressivo, ameaçador… faz a gente se sentir assustado, com 10 anos…

Aí tem outra situação: ver uma amiga ser desconsiderada por outra e não conseguir se defender…e relembrar das circunstâncias que também não consegui me defender.

Era dependência financeira? Medo de ser excluída? Medo de perder? Falta de fé em mim?

Que absurdo me deixar desrespeitar assim!!!!! Mas eram meus limites….

Meu filho também; encontrou um médico, que na tentativa de lucrar mais rápido, fez um terrorismo com sua saúde. Abalou sim! Mas no dia seguinte veio entendimento da jogada, voltou a lucidez, voltou o sorriso, o auto respeito e a determinação de seguir o tratamento sem drama.

Por que acontece isso? Porque passamos para as pessoas o poder de nos fazer “chorar” e balançar a autoestima.

Ninguém é tão poderoso nem tem o poder de nos fazer “chorar”! essas pessoas com comentários “maldosos” estão na ignorância, precisam da nossa compaixão não de nossa crítica, mas cuidado: elas são manipuladoras!!!!

Não se deixe afetar pelo desequilíbrio do outro!

Se não conseguir sozinho, procure alguém que tenha um olhar apreciativo para a vida.

Como diz Tadashi Kadamoto: “nada melhor que derrubar com um sorriso quem nos derrubou com uma lagrima!”